Cultura

O amor volta a cantar-se

Está de regresso o festival Montepio Às Vezes o Amor. O festival que celebra o amor e a paixão está agendado para os dias 10 e 14 de fevereiro, data de São Valentim, e vai acontecer em várias cidades portuguesas.

Já é uma tradição na celebração do Dia dos Namorados. O Montepio Às Vezes o Amor acontece nos dias 10 e 14 de Fevereiro em 12 cidades, de norte a sul do país, com 12 concertos especiais de célebres nomes da música portuguesa.

Resistência, Mafalda Veiga, Diogo Piçarra, Os Azeitonas, Luísa Sobral, Sara Tavares, HMB, Deixem o Pimba em Paz (com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo), Amor Electro, Tiago Bettencourt e Raquel Tavares são os nomes anunciados com a missão de aquecer os palcos e os corações nesta época de São Valentim com as suas emblemáticas canções.

Depois de esgotados todos os concertos nas edições anteriores, nesta quarta edição, o festival de música do Dia dos Namorados regressa à histórica cidade de Évora, mantendo as já conhecidas capitais do amor: Aveiro, Beja, Castelo Branco, Faro, Leiria, Lisboa, Porto, Viana do Castelo e Vila do Conde, que recebem o festival mais uma vez.

Sobre o autor

Gonçalo Esteves Coelho

Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto.
Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História.
Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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