Cultura

Vêm aí os Queen

A crítica diz que são a melhor banda de tributo aos Queen, e estão de regresso a Portugal para dois concertos que vão acontecer ainda este mês. Os God Save the Queen preparam-se para fazer explodir os coliseus de Lisboa e do Porto com dois espetáculos únicos e que servirão para homenagear uma das maiores bandas da história da Música.

Os God Save The Queen atuam, primeiro, em Lisboa, no Coliseu dos Recreios. O espetáculo, que marca o regresso do grupo a Portugal, acontece a 27 de outubro, antes de a banda subir para o Porto, para atuar no dia 31. Como habitualmente acontece, será muito mais do que a música de Freddie Mercury que vai estar a ser lembrada: em palco não faltará a energia, a criatividade, a luxúria e a irreverência que sempre caracterizaram este grupo.

Nas suas atuações à volta do mundo, a banda, natural da Argentina, já somou mais de quatro milhões de espetadores, um número que prova a qualidade do espetáculo e a forma fiel como representam a mítica banda inglesa e o seu carismático intérprete, prematuramente falecido em 1991, em resultado de vários problemas de saúde provocados pela Sida.

Os bilhetes ainda estão à venda e custam entre 22 e 40 euros.

Sobre o autor

Gonçalo Esteves Coelho

Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto.
Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História.
Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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