Dia Num Minuto Rubricas

Dia Num Minuto – 5 de junho de 2017

Escrito por Ariana Nobre

Acordou à pressa, a pausa para o café foi demasiado curta e não conseguiu folhear o jornal. Os dias correm cada vez mais rapidamente e sente que não está a par do que acontece em Portugal e no Mundo? Leia os acontecimentos que hoje foram notícia.

Encontrado tumor com dentes 

Foto: Observador

Foi descoberto um tumor ovariano com cinco dentes e fragmentos de osso no esqueleto de uma mulher. Teratoma é o nome do tumor que se forma de tecidos que crescem sem controlo quando “óvulos ou espermatozoides imaturos não se desenvolvem corretamente, produzindo órgãos de outras partes do corpo”, esclarece a New Scientist. A importância desta descoberta reside no facto de os teratomas serem um tipo de tumor benigno regular em ovários e testículos.

Vigília pelas vítimas de Londres

Foto: Observador

Esta segunda-feira, junto ao edifício da Câmara Municipal de Londres, houve uma vigília de homenagem às vítimas consequentes do ataque terrorista em Londres. O mayor da cidade, Sadiq Khan, lamenta o ataque afirmando que “Como muçulmano, digo: vocês [terroristas] não cometem estes atos repugnantes e malévolos em meu nome. A vossa ideologia perversa não tem nada a ver com os verdadeiros valores do Islão e nunca conseguirão dividir a nossa cidade”. 36 pessoas continuam hospitalizadas e ainda em risco de vida.

Bob Dylan discursa sete meses depois

O músico norte-americano entregou o discurso de aceitação do Nobel da Literatura sete meses depois de ter sido galardoado. Traz à superfície obras como “Moby Dick”, de Herman Melville, “A Oeste nada de novo”, de Erich Maria Remarque, e “Odisseia”, de Homero que influenciaram as suas músicas. Afirma que estes e outros livros ofereceram-lhe “uma certa perspetiva de encarar a vida, um conhecimento sobre a natureza humana e uma medida para todas as coisas”.

Sobre o autor

Ariana Nobre

Gosto da linha da frente, de quem me afervente. É o impulso que me elege, o fogo que me correge. Aprecio a energia, o movimento, a euforia, a loucura que Campos elegia nos poemas que escrevia. É a escrita que me motiva, ingénua ou agressiva. É sugestiva e abrasiva, o mundo amado de forma compulsiva.

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