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E já lá vão três edições, Caparica Surf Fest!

Escrito por Sofia Felgueiras

Duas semanas repletas de surf, música, skate e boa onda passaram a correr. O balanço? É mais do que positivo. E a Praia do Paraíso é o local perfeito.

É interessante a forma como o cartaz se divide por géneros, dando espaço a um variadíssimo leque de artistas dos países de língua portuguesa. Reggea, Hip hop, Afro Beat, há de tudo um pouco. Celeste Mariposa, Ferro Gaita, Jay & Bandidos, Valas, estiveram todos lá. Um evento obrigatório.

Nesta segunda semana, pudemos contar com casa lotada. Para o público do bom Hip Hop tuga, tivemos “Dom Gula”, o já tão conhecido Regula com o seu vasto conjunto de hits. Mas Djodje e VIRGUL, com os seus sons entre o Kizomba e o Dance também fizeram o chão tremer. A escolha é difícil. Luzes, adereços, bailarinas e fãs histéricos. Não ficou algo em falta e o ARDINAS24 acompanhou tudo com entusiasmo.

Fica o agradecimento do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, que acredita que “a Primavera é a melhor altura para começar o ano em festa e aproveitar aquilo que a Caparica de tão bom tem” e a vontade já para a próxima edição.

Celeste Mariposa:

Djodje:

Fotos: Joana Bento

Sobre o autor

Sofia Felgueiras

Escrever sobre mim própria é um enorme desafio, mas é também algo aliciante.Talvez porque o Jornalismo foi feito para contarmos como é o mundo às pessoas e não olharmos tanto apenas para nós.
Sou uma eterna criança. Onde há um baloiço, aí está a Sofia. Sei que tenho curiosidade infinita sobre o mundo, continuo todos os dias a perguntar “porquê” e arregalo os olhos a cada descoberta. Gosto daquele sentimento de novidade.
Sou uma eterna apaixonada: pelo mundo, pelo Algarve, por viajar e pelo que a vida tem de melhor. E por "gordices", claro.
Quando era pequena, a minha professora da primária disse-me que eu ia ser escritora. Disse-lhe que não. Entretanto, quis ser veterinária. Mas, os animais mordem e rapidamente desisti da ideia. Aos catorze queria seguir dança.
Hoje, vejo que não foi esse o caminho. É outro. Olho para o Jornalismo
enquanto a arte de levar às pessoas as melhores histórias e uma pequena marca que pode fazer uma grande diferença.
Nos próximos tempos, podem encontrar-me no ARDINAS e no E2, projectos ambiciosos que quero agarrar. Porque devemos sempre querer chegar mais longe. E ainda acredito em magia.

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