Cultura

Começou o Caparica Primavera Surf Fest

Escrito por Sofia Felgueiras

Cai a noite, vem a música. Durante duas semanas a Caparica vai encher-se de surf, skate e concertos, actividades para toda a família, que marcam o regresso da primavera e as férias da Páscoa para muitos. A abertura contou com muita gente, principalmente com os mais jovens, que se identificam com a nova leva musical portuguesa. No cartaz, temos vários nomes de peso. Na abertura, foi a vez de Slow J, o novo talento do hip hop português, que diz que “não importa se somos brancos, pretos ou amarelos, porque somos de todas as cores”. Seguiu-se a vez de April Ivy, que começa a ganhar terreno no panorama musical, pela produção notória das suas músicas, em termos de instrumental, e por ser uma figura tão jovem que promete não ficar por aqui. Afinal de contas, “We’ll be ok”.

(Foto: Joana Bento)

Por fim, o cabeça de cartaz da noite, Diogo Piçarra, que deu um espetáculo com o seu habitual power e apresentou o novo disco, “Do=s”. Dele se destacam temas como “Dois”, “Caminho” e “Não sou eu”. Uma explosão de ritmos e diferentes estilos  que durou noite fora e não vai ficar por aqui, já que Regula, Vírgul e tantos outros estão por actuar até ao dia 15 de Abril.

(Foto: Joana Bento)

Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais habituais ou à entrada, por 10 euros, para o bilhete diário e 30 euros para o passe.

O primeiro dia do festival, em fotos:

Sobre o autor

Sofia Felgueiras

Escrever sobre mim própria é um enorme desafio, mas é também algo aliciante.Talvez porque o Jornalismo foi feito para contarmos como é o mundo às pessoas e não olharmos tanto apenas para nós.
Sou uma eterna criança. Onde há um baloiço, aí está a Sofia. Sei que tenho curiosidade infinita sobre o mundo, continuo todos os dias a perguntar “porquê” e arregalo os olhos a cada descoberta. Gosto daquele sentimento de novidade.
Sou uma eterna apaixonada: pelo mundo, pelo Algarve, por viajar e pelo que a vida tem de melhor. E por "gordices", claro.
Quando era pequena, a minha professora da primária disse-me que eu ia ser escritora. Disse-lhe que não. Entretanto, quis ser veterinária. Mas, os animais mordem e rapidamente desisti da ideia. Aos catorze queria seguir dança.
Hoje, vejo que não foi esse o caminho. É outro. Olho para o Jornalismo
enquanto a arte de levar às pessoas as melhores histórias e uma pequena marca que pode fazer uma grande diferença.
Nos próximos tempos, podem encontrar-me no ARDINAS e no E2, projectos ambiciosos que quero agarrar. Porque devemos sempre querer chegar mais longe. E ainda acredito em magia.

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