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Horizon Zero Dawn: Deus ex machina?

Escrito por Diogo Ventura

Já não estaremos cá para o ver (se tudo correr como esperado). Mil anos no futuro, as máquinas tomarão conta de tudo o que vemos e fazemos, dando lugar a uma supremacia mecanizada, robótica e quase indestrutível. Se tudo correr como esperado, não estaremos cá para o ver; mas por agora estamos cá para o viver.

É em cenários infinitos e de cortar a respiração e o fôlego que se desenvolve a acção de Horizon Zero Dawn, uma das mais recentes apostas em RPG de ação, desenvolvida pela Guerrilla Games para a PlayStation. 

Imaginem um mundo pós-apocalíptico e criativamente futurista, dominado por robots controlados por comandos incontroláveis, no qual é preciso lutar, correr e recolher itens e recursos sobreviver. Parece um daqueles sonhos que todos gostamos de ter e dos quais gostamos ainda mais de acordar.

É assim que vive Aloy, a personagem principal de Horizon Zero Dawn, uma corajosa e audaz mestre do arco e da flecha que tem como missão proteger toda a sua tribo daqueles que ameaçam a sua forma de vida.

 

 

Distribuída pela Sony Computer Entertainment, Horizon Zero Dawn é uma das maiores promessas para 2017 em termos de videojogos e especialmente de RPG, que de acordo com a crítica tem tudo para ter sucesso, conquistar todos os que caiam nos seus incansáveis cenários e provar-se um verdadeiro Deus ex machina do Gaming.

Sobre o autor

Diogo Ventura

Praticamente toda a minha família é alentejana, mas eu fiz um desvio e fui nascer a Vila Franca de Xira. Ainda assim, passei algum tempo da minha infância no Alentejo, o que fez com que me apaixonasse por aquela que considero ser uma das mais bonitas regiões de Portugal.
Licenciei-me em Publicidade e Marketing, pela Escola Superior de Comunicação Social, mas interesso-me por muitas outras áreas como o Jornalismo, a Televisão, a Rádio e o Cinema. Gosto de ler, escrever, ouvir e contar histórias. Na minha opinião, os contos, as histórias e todas aquelas fábulas que bem conhecemos não são apenas para as crianças, mas também para os adultos. Para mim, uma história bem contada é a melhor forma de ilustrar uma ideia ou uma teoria e de transmitir um pensamento.
Acredito que a humildade não é, de forma alguma, inimiga do sucesso e que, independentemente da idade, da escolaridade ou da profissão, todos nós temos algo a aprender com os outros e alguma coisa para ensinar a quem nos rodeia.

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