Dia Num Minuto Rubricas

Dia Num Minuto – 21 de novembro de 2016

Escrito por Ariana Nobre

Acordou à pressa, a pausa para o café foi demasiado curta e não conseguiu folhear o jornal. Os dias correm cada vez mais rapidamente e sente que não está a par do que acontece em Portugal e no Mundo? Leia os acontecimentos que hoje foram notícia.

A privatização da Caixa  teria poupado o Estado

A Comissão Europeia afirmou que a privatizacão da caixa Geral Depósitos  poderia ter sido significativa para reduzir os riscos para o Estado e diversificar a concorrência no setor bancário português. Esta tese foi defendida perante uma análise ao programa de assistência a Portugal e onde são reconhecidas lacunas no desenho do programa e na sua implementação. A mesma pós-avaliação defende que uma supervisão e soluções mais imediatas teriam feito a diferença.

Suspeito de próximo ataque em França vivia em Aveiro

Foi detido pelas autoridades francesas um dos sete suspeitos de estarem a planear um ataque terrorista em França. O homem estava a ser investigado pela Polícia Judiciária e residia em Aveiro, com autorização de residência datada em 2014, “foi objeto de pedido de cooperação internacional e de vigilância discreta inserido no Sistema de Informação Schengen”. Segundo o jornal Expresso, o homem de nacionalidade marroquina pertencia a uma “rede de recrutadores do norte de África que passaram por Lisboa e Aveiro”.

Faculdade portuguesa é uma das melhores do mundo

A Catolica Global School of Law foi pelo sétimo ano consecutivo considerada uma das melhores faculdades de Direito do mundo, organizada pelo jornal Financial Times. É a única instituição portuguesa na lista.

Absolvição dada a mulheres que abortam

Foi assinada pelo Papa uma nova carta apostólica que confere um prolongamento da competência de absolvição dos padres católicos face aos pecados mais graves. É já a partir desta semana que o perdão é assentido a mulheres que abortem, desde que se arrependam. O Papa afirma na mesma carta que “o aborto é um grave pecado, porque põe fim a uma vida inocente”, mas complementa que “não existe algum pecado que a misericórdia de Deus não possa alcançar e destruir”.

Sobre o autor

Ariana Nobre

Gosto da linha da frente, de quem me afervente. É o impulso que me elege, o fogo que me correge. Aprecio a energia, o movimento, a euforia, a loucura que Campos elegia nos poemas que escrevia. É a escrita que me motiva, ingénua ou agressiva. É sugestiva e abrasiva, o mundo amado de forma compulsiva.

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