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Miúdo Graúdo: o futuro hoje

Escrito por Eduardo Filipe

A nova série da RTP que irá ocupar as noites de sexta-feira irá dar um brilho novo aos serões  da família. Uma série de caráter familiar e não inteiramente juvenil, Miúdo Graúdo promete deliciar os pais e entreter os miúdos lá de casa. Henrique Mello, Pedro Caeiro e Paula Lobo Antunes serão os protagonistas da história que terá 19 episódios.

A passada sexta-feira foi dia de estreia na RTP. A série Miúdo Graúdo é a nova aposta do canal público que juntamente com Mulheres Assim, Dentro e Os Boys, promete revolucionar a ficção nacional. Virgílio Castelo, diretor de ficção do canal, afirma que todas as séries “têm potencial de ser exportadas” e que espera que os canais privados também “apostem nas séries ficcionais nacionais”.

A série gira à volta de Miguel, um rapaz de 11 anos curioso e ambicioso que constrói uma máquina que lhe permite comunicar com o futuro. Acaba por conseguir trazer o seu futuro para o presente a depara-se com uma versão de si 20 anos mais velho. Um momento que poderia ser de extrema felicidade para Miguel, acaba por se tornar um pesadelo ao descobrir que quando chegar aos 31, não completou nenhum sonho de infância e não passa de um adulto preguiçoso e conformado.

Chocado com o seu futuro, Miguel descobre também que a máquina parece não reagir e que terá de lidar com o seu futuro durante mais alguns dias, até perceber o motivo do mal funcionamento do seu engenho. Isso dará tempo suficiente ao Miguel do futuro para cumprir a missão que trouxe do futuro, e que terá de manter fora do acesso do Miguel do presente.

FOTO: RTP

Sobre o autor

Eduardo Filipe

Com um nome como Eduardo, de 7 letras, nada menos que tudo poderia ser esperado. Da totalidade, perfeição, grandiosidade, e outros simbolismos que o número 7 traz, nada veio sem ser a pressão de deixar uma cidade pequena como Castelo Branco e enfrentar a mágica cidade de Lisboa. Apaixonado desde sempre pela imagem, quer em fotografia e vídeo, sou um entusiasta de qualquer tipo de videojogo ou multimédia, também dou umas corridas e umas braçadas quando a oportunidade surge. Nada poderei prometer de mim a não ser que darei sempre o meu melhor até ao final, enquanto puder... Deixei os
simbolismos para quem bate na mãe ou se perde no nevoeiro.

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