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Mulheres Assim: “isto não é uma novela”. É a vida real

Duas mulheres e dois homens. Dois casais com problemas e duas amigas confidentes. Uma perdeu o filho há dez anos e não superou a dor. A outra perdeu o casamento mas ainda não percebeu. A unir tudo está um simples copo de gin.

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Esta é uma das novas séries que a RTP passará às terças-feiras, em horário nobre. Joana Seixas é Maria do Carmo e é casada com Tomás, que é interpretado por João Reis. Luísa (Maria João Falcão) é casada com Zé Carlos (António Pedro Cerdeira). Neste primeiro episódio paramos no primeiro casal, em especial em Maria do Carmo.

Tem 40 anos e tinha uma carreira promissora pela frente como atriz. A vida levou-lhe o filho, a felicidade e a esperança. Os anos passaram – mais precisamente 10 anos – mas ela ficou parada naquele dia que lhe mudou a vida: o dia em que perdeu o filho. Numa mão traz um copo de gin e na outra a vontade de desistir. Mas irá mesmo desistir? O comboio, para onde decidiu olhar todas as manhãs, vai avançar naquele dia.

Na dúvida não está Luísa, melhor amiga de Maria do Carmo e mulher de Zé Carlos, que tem a certeza de que o seu casamento já morreu mas não o corta pela raiz e deixa que ele continue assim: ligado à máquina e à indiferença.

Tomás, marido de Maria do Carmo, também perdeu o filho, mas olhou de frente para o futuro. Só 10 anos depois volta ao cemitério para ver a campa do filho. É colega e amigo de Zé Carlos, que tem uma atração pela colega de trabalho Inês. Ela gosta de Tomás, mas este nada vê nela a não ser uma boa profissional.

Carminho, como Tomás gosta de chamar à mulher, suspeita dele e da colega. A surpresa está em Zé Carlos. Quem perderá nesta história? Nem todos, certamente. Mas a vitória também não aparecerá a todos.

Histórias cruzadas, confusões, discussões, esperanças e desilusões são os ingredientes que compõem esta série composta por 20 episódios, com 42 minutos cada um.

Sobre o Autor

Bárbara Duarte Mota

Chamo-me Bárbara Mota, tenho 20 anos e sou apaixonada pela minha terra: Tercena. Sou uma sonhadora que vê o mundo à sua maneira e que um dia pretende pisar todos os territórios destruídos por guerras e mostrar o que ali um dia foi um país. Quero ser repórter de guerra, mas acima de tudo quero falar de pessoas para pessoas. Estou a acabar o curso de jornalismo.

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