Cultura Multimédia

O Sol da Caparica, dia 2: A noite mais quente do ano

Escrito por Sofia Felgueiras

A temperatura esteve em altas, a casa cheia e esgotada. O segundo dia de O Sol da Caparica recebeu não só artistas de peso, mas também o surf, o skate e a dança. O ARDINAS 24 multiplicou os olhos e os ouvidos para que nada escapasse nesta ementa musical de uma Costa que tem muito a oferecer.

Estivemos à conversa com quase todos os artistas participantes, que tinham expectativas muito altas e vontade de interagir uns com os outros. Reina a ideia da importância que é dada à lusofonia, independentemente de ser hip hop, rap, rock ou fado. É um festival para toda a família.

A noite entrou a matar com o concerto de Diogo Piçarra, um artista que já acompanhamos há muito tempo e que encheu o ambiente de boa energia no seu “Dialeto”. Entre luzes, covers e muitos saltos, a Costa cantou numa só voz. Mas porque um bom nome nunca vem só, seguiu-se Jimmy P, um concerto que vale muito para os amantes de hip hop português, e porque “Family First”.

Deixa de ser fácil estar em todos os sítios ou ter de escolher qual o concerto a ver. Para os grupos e famílias, o ponto alto da noite foram os dois concertos, seguidos, dos artistas de peso da noite: Áurea e The Gift. Se por um lado a voz de Áurea encanta qualquer ouvido e arrepia a pele apesar do calor, The Gift carrega com 20 anos de carreira que mereciam ser celebrados.

E, para que a noite terminasse em beleza, Djeff Afrozila aumentou ainda mais o calor que já se fazia sentir. Ritmos quentes que preenchem a noite de um Sol que não pára de brilhar.

A segunda noite em video:

A segunda noite em fotos:

Vídeo: Joana Bento

Fotos: Joana Bento e Carina Ferreira

Sobre o autor

Sofia Felgueiras

Escrever sobre mim própria é um enorme desafio, mas é também algo aliciante.Talvez porque o Jornalismo foi feito para contarmos como é o mundo às pessoas e não olharmos tanto apenas para nós.
Sou uma eterna criança. Onde há um baloiço, aí está a Sofia. Sei que tenho curiosidade infinita sobre o mundo, continuo todos os dias a perguntar “porquê” e arregalo os olhos a cada descoberta. Gosto daquele sentimento de novidade.
Sou uma eterna apaixonada: pelo mundo, pelo Algarve, por viajar e pelo que a vida tem de melhor. E por "gordices", claro.
Quando era pequena, a minha professora da primária disse-me que eu ia ser escritora. Disse-lhe que não. Entretanto, quis ser veterinária. Mas, os animais mordem e rapidamente desisti da ideia. Aos catorze queria seguir dança.
Hoje, vejo que não foi esse o caminho. É outro. Olho para o Jornalismo
enquanto a arte de levar às pessoas as melhores histórias e uma pequena marca que pode fazer uma grande diferença.
Nos próximos tempos, podem encontrar-me no ARDINAS e no E2, projectos ambiciosos que quero agarrar. Porque devemos sempre querer chegar mais longe. E ainda acredito em magia.

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