Metro de Lisboa começa a corrigir problemas de acessibilidade

O Metro dará início à substituição de escadas rolantes na estação Baixa-Chiado, num plano de “promoção das acessibilidades e modernização de equipamentos mecânicos”, conforme explica a empresa. A ação surge na sequência de várias queixas devido a dificuldades de circulação nas várias estruturas.

O Metropolitano de Lisboa, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede e das intervenções de beneficiação de acessibilidades e modernização de equipamentos mecânicos, dará início, na próxima segunda-feira, ao processo de substituição das escadas mecânicas da estação Baixa-Chiado por “equipamento novo e mais resistente” face ao elevado fluxo de passageiros que se verifica nessa estação.

Esta obra será a primeira de duas intervenções a realizar na totalidade das escadas rolantes em funcionamento no acesso poente da estação, e implicará, nesta fase, a substituição integral de dois lances de escadas mecânicas e infraestruturas.

Durante a realização destas intervenções nos dois primeiros lances de escadas de acesso ao Largo Luís de Camões, bem no coração do Chiado, o Metro promete manter uma escada rolante em funcionamento para quem sobe. Pelo contrário, quem pretende descer do nível da rua para o átrio da estação terá de descer pelas escadas pedonais. Pessoas de mobilidade reduzida poderão utilizar o elevador de escadas existente junto ao corrimão, no acesso à Rua do Crucifixo. No entanto, para tal, precisam de pedir ajuda a um dos agentes em serviço.

A realização destes trabalhos revelava-se necessária e prioritária, ainda mais depois de muitas queixas terem sido efetuadas, e de a Associação Salvador ter lançado um mapa alternativo da rede do Metro de Lisboa, que assinala os locais aonde pessoas com mobilidade reduzida estão impedidas de ir.

Em resposta a estes reparos dos utilizadores, o metro de Lisboa prevê intervir em mais de 14 estações até 2023. Estas correções na estação da Baixa-Chiado custarão 1,5 milhões de euros.

Fonte: Metro de Lisboa / Foto: CM Lisboa

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 362 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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