Os museus e monumentos que os jovens podem visitar de borla este fim-de-semana

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) vai oferecer uma celebração cultural do Dia Internacional da Juventude. Este fim-de-semana, jovens abaixo dos 29 anos não pagarão a entrada em nenhum museu e monumento sob tutela do organismo.

Jovem que é jovem gosta de passear, conviver e gastar pouco dinheiro. A combinação destes elementos é um atrativo mais do que suficiente para os levar a sair de casa. A DGPC sabe isto e decidiu dedicar aos jovens um programa imperdível de visitas gratuitas a todos os museus e monumentos que a organização tutela. 

Até aos 19 anos, ninguém pagará nas visitas a partir das 14h de sábado e domingo. As boas notícias incluem também o facto de haver espaços um pouco por todo o país, como o Mosteiro da Batalha, o Mosteiro de Alcobaça, o Convento de Cristo de Tomar, as Ruínas de Conimbriga, o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, o Museu Soares dos Reis, no Porto, o Museu Grão Vasco, em Viseu, e o Convento de Mafra.

É em Lisboa que, contudo, se localiza o maior número de espaços envolvidos neste programa. Na capital, os jovens poderão conhecer os seguintes monumentos: a Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, o Mosteiro dos Jerónimos, o Museu de Arqueologia, o Museu de Arte Contemporânea, o Museu Nacional do Azulejo, o Museu Nacional da Música, o Museu de Arte Antiga, o Museu de Etnologia, o Museu Nacional do Teatro e da Dança, o Panteão Nacional, o Palácio Nacional da Ajuda, o Museu dos Coches, a Torre de Belém, o Museu do Traje e o Museu de Arte Popular.

Foto: Arquivo ARDINAS 24

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 363 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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