Banda Desenhada em português – nasceu a Zone Komics

Em 2014, Diogo Mané iniciou a criação de um universo de fantasia baseado no conceito “No Place For Heroes”, em que os ideais de “bem” e “mal” são postos à prova e em que cada personagem tem uma história intrincada com momentos de tensão e mudança. Este foi, também, o ponto de partida da Zone Komics.

A Zone Komics veio ao mundo com um conceito de “estar na zona”, ou, na expressão em inglês, “being in the zone”. A zona, explica o criador do projeto, é a de um estado mental de foco e concentração em que tudo o que nos rodeia desaparece e sentimo-nos donos do nosso próprio mundo. Quando alguém está “in the zone”, é-se invulnerável em controlo de tudo. A Zone Komics procura ser, assim, essa zona para os seus leitores. Cada título criado é uma história neste mundo, oferecendo ao leitor a oportunidade de se alienar da realidade pelo tempo que quiser, como se vivesse numa realidade alternativa.

Para dar vida a este sonho, Diogo Mané viu que não podia continuar sozinho. No início de Janeiro de 2018 aliou-se a um conjunto de pessoas dispostas a dar o seu máximo para que a Zone Komics contribua para o desenvolvimento da Banda Desenhada em Portugal. A equipa é hoje composta por 15 membros, os “Zoners”, cujas capacidades e habilidades tornam o projeto muito mais rico e diverso – inkers, coloristas, designers, gestores de redes sociais, estrategistas de Marketing, ilustradores, escritores, críticos e comunicadores, juntos para tornar a Zone Komics uma referência nacional e para levar o talento português ao resto do Mundo.

A equipa que compõe esta editora que une o desenho à narrativa

Esta editora de banda desenhada pode ser encontrada no Instagram e Facebook, bem como no próprio site oficial.

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 358 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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