Tiago Bettencourt a 360.º no Coliseu de Lisboa

Tiago Bettencourt apresentará ao vivo no Coliseu de Lisboa, a 6 de dezembro, o seu mais recente disco de originais, “A Procura_” , um espectáculo que promete ser uma viagem incessante que levará todos os ouvidos a cada canto deste sexto disco da sua carreira.

Após praticamente um ano do lançamento de “A Procura_”, que conta com os singles “Se Me Deixasses Ser”, “Partimos a Pedra”, “Diz Sim”, e mais recentemente “Dragão”, Tiago Bettencourt traz agora ao Coliseu um espectáculo memorável onde aturará no centro da plateia com o público sentado à sua volta.

O Coliseu foi o local escolhido para a apresentação ao vivo de um disco que “pede atenção, pede tempo para perceber os pormenores e proximidade para não se ficar longe demais. Mas pede também tetos altos e um cenário forte que catapulte a cinematografia das canções”, refere Tiago Bettencourt.

Com as novidades sonoras deste novo álbum chegou também um novo conceito para o espectáculo que tem vindo a ser apresentado e que culminará no Coliseu de Lisboa. Esta é uma aposta do cantor na memória contida nos sintetizadores, no minimalismo, no impacto de um quadrado de luz fechado onde Tiago Bettencourt e os Mantha tocam juntos.

Tiago Bettencourt refere ainda que “desde que sou músico que nunca quis que, nos meus concertos, o espectáculo se sobrepusesse às canções, mas sim que compensasse gráfica e cromaticamente as imagens sugeridas nas letras e nos arranjos. Hoje a música continua a ser o mais importante, e com ela a interacção entre os músicos, e a dos músicos com o público.”

O espectáculo no Coliseu será diferente, será maior, mas sem se perder a simplicidade do desenho que se vislumbra no novo videoclipe da canção “Dragão”. Este é ainda um concerto que, para além de apresentar o seu mais recente LP, contará ainda com as suas várias composições de referência da nova música portuguesa.

Foto: Ruela Music

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 363 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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