Feira Quinhentista regressa a Sintra este mês

É já uma tradição na mítica vila de Sintra. A Feira Quinhentista está de regresso este mês para transportar moradores e turistas numa viagem no tempo.

Promovida pela Câmara Municipal e organizada pela Câmara dos Ofícios, a Feira Quinhentista de Sintra regressa a 12 de julho para quatro dias de celebração. Na edição deste ano, como, aliás, já aconteceu em anos anteriores, os visitantes vão poder conhecer alguns dos mesteres da época de D. Manuel I, como a tinturaria, a tecelagem e a moagem.

A organização promete ainda entreter os visitantes com uma demonstração de armas da época, para além da habitual animação com diversos personagens das obras de Mestre Gil Vicente, que também irá à Feira. Malabarismo, música e dança completam o ambiente de festa, próprio para degustar os produtos tradicionais da gastronomia portuguesa e galega, bem como muitas especialidades de doçaria conventual e tradicional.

Uma viagem no tempo não estaria completa sem a participação de artífices, artesãos, produtores e mercadores, que estarão presentes com os seus melhores produtos e artigos, num encontro entre a arte antiga e moderna. Para os mais novos, a organização oferece-lhes a possibilidade de experimentar a oficina de padeiro ou um passeio de burro.

A Feira Quinhentista de Sintra estará a funcionar na Praça D. Fernando II, em São Pedro de Sintra, entre as 17h e as 24h dos dias 12 e 13 de julho, entre as 13h e as 24h do dia 14 e, no último dia, estará aberta entre as 13h e as 13h.

Foto: Câmara dos Ofícios

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 355 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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