Em Almada, amanhã é dia do bombeiro

O município de Almada celebra, a 3 de junho, o Dia Municipal do Bombeiro. Para assinalar a data, a cidade vai organizar diversos eventos de homenagem aos bombeiros, depois de já ter anunciado um conjunto de medidas financeiras de apoio às corporações. 

O dia vai começar cedo, pelas 10h30, com a habitual deposição de uma coroa de flores no Monumento ao Bombeiro, situado na Praça Comandante José Braz, na Cova da Piedade. As comemorações realizam-se depois, a partir das 11h00, na Praça da Liberdade, seguida de uma sessão solene no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.

Será nessa ocasião que vão ser assinados os protocolos de parceria entre a Câmara Municipal de Almada, representada pela sua presidente, Inês de Medeiros, e as três associações humanitárias de Bombeiros Voluntários (Almada, Cacilhas e Trafaria) do Concelho, totalizando um investimento de 300 mil euros.

Cada uma das corporações irá receber o valor de 100 mil euros. Os Bombeiros Voluntários de Cacilhas prometeram utilizar o dinheiro para comprar duas novas ambulâncias de socorro e para proceder à reparação da bomba de uma viatura de combate a incêndios. A formação da Trafaria vai optar com comprar uma ambulância de socorro e outra de transporte de doentes não urgentes. Os de Almada pretendem acrescentar à sua frota um veículo de comando, um de transporte de doentes não urgente, e ainda comprar proteção individual e fazer reparações nas instalações do quartel sede.

Neste dia vai também ocorrer a atribuição de Medalhas e Insígnias Municipais de Bons Serviços a 18 bombeiros do concelho, que estão a assinalar, este ano, os respetivos 10, 20 e 30 anos de serviço.

Fonte: Câmara Municipal de Almada

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 351 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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