O novo single de Salvador Sobral

Apresentou a canção ao mundo na final da Eurovisão, no passado sábado, e significa o regresso do cantor à música, depois de meses de internamento hospitalar e de recuperação física.

Salvador Sobral lançou recentemente a canção Mano a Mano, um tema que marca o regresso à música do vencedor do Festival Eurovisão da Canção 2017. O tema tem letra de Maria do Rosário Pedreira e música de Júlio Resende, compositor e pianista com quem Sobral trabalha regularmente. Foi ao lado dele que deu a conhecer publicamente a canção, na final do certame, que Lisboa acolheu no passado sábado.

Salvador Sobral apresenta esta nova canção, assinalando assim o regresso à música e aos palcos. Com produção musical de Joel Silva, com quem partilha também o projecto Alexander Search, Mano a Mano conta com os habituais Júlio Resende no piano, André Rosinha no contrabaixo e Bruno Pedroso na bateria.

Depois de uma ausência de oito meses, o regresso está marcado para 26 de maio no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, nos Açores, seguindo-se uma digressão em Espanha, que arranca a 27 de junho, em Málaga.

Fonte: Valentim de Carvalho

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 358 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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