Press Poll: estes são os finalistas da segunda semifinal da Eurovisão

Voltámos a percorrer as salas do Press Centre do Festival Eurovisão da Canção, no Parque das Nações, para recolher as previsões dos jornalistas que estão a acompanhar o certame este ano. Desta vez, quisemos saber quais os 10 países que vão quaificar-se esta noite, na segunda semifinal, para a final do próximo sábado. Estes são os resultados. 

Acontece esta noite a segunda eliminatória da Eurovisão. Estarão 18 países a concurso, a disputar as 10 restantes vagas na grande final do certame, que acontece no próximo sábado. À semelhança do que fizemos na primeira semifinal, convidámos 31 jornalistas acreditados por diversos países a dar-nos as suas previsões para esta noite.

Quais os 10 países que vão passar à final? A resposta poderá estar no quadro em baixo:

De acordo com a imprensa que está a seguir esta edição do concurso, a Austrália é o mais provável finalista desta semifinal, tendo sido nomeada por todos os jornalistas. Com elevadas chances estão as propostas da Escandinávia – Noruega, Dinamarca e Suécia -, bem como as canções da Ucrânia e Moldávia. A distância aumenta um pouco para as quatro nações que completam o lote dos 10 finalistas: a Holanda, a Hungria, a Roménia e a Polónia.

Na nossa sondagem da primeira semifinal, os jornalistas apenas previram corretamente sete dos 10 apurados, tendo falhado a previsão da passagem da Lituânia, da Albânia e da Irlanda. Esta noite, a partir das 20h, quando arrancar na RTP 1 a segunda gala do certame, saberemos se o Press Centre está mais certo.

Foto: Gonçalo Esteves Coelho / ARDINAS 24

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Sobre Gonçalo Esteves Coelho 339 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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