[VOTE] Quem deve ganhar a Eurovisão 2018?

Lisboa pulsa ao som das 43 canções que concorrem este ano ao Festival Eurovisão da Canção. Dessas, apenas uma levará para casa o tão ambicionado troféu, ao mesmo tempo que o seu país de origem recebe nas mãos o dever de organizar o certame no próximo ano.

O reinado de Salvador Sobral está a chegar ao fim, e os olhos de toda a gente estão postos nas novas estrelas do concurso. Uns fazem apostas a dinheiro, outros lançam palpites mais discretos, e há ainda quem dê o seu parecer nas redes sociais. Por isso, também nós queremos saber o que os nossos leitores (nacionais e internacionais) pensam do alinhamento deste ano. Das 43 canções, qual é aquela que deve ganhar o Festival Eurovisão da Canção?

As canções podem ser ouvidas aqui.

 

 
Lisbon breathes to the rhythm of the 43 songs that compete in this year’s Eurovision Song Contest. Out of these, only one will take home the much-desired trophy, while its home country is given the task of organizing the competition next year.

The reign of Salvador Sobral is coming to an end, and everyone’s eyes are on the new stars of the contest. Some fans bet money on their favorites, others make more discreet guesses, and there are still those who give their opinion on social networks. Therefore, we also want to know what our national and international readers think about this year’s alignment. Of the 43 songs, which one should win the Eurovision Song Contest?

You can hear all the songs here.

 

Quem deve ganhar a Eurovisão? | Which country should win Eurovision?

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Foto de capa: Thomas Hanses / EBU

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Sobre Gonçalo Esteves Coelho 363 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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