Salvador e Caetano juntos na final da Eurovisão

Falta pouco mais de um mês para a grande final do Festival Eurovisão da Canção 2018. A edição deste ano, organizada por Portugal, começa a ganhar forma – as canções participantes já estão escolhidas, o palco já está a ser montado na Altice Arena e as novidades chegam todos os dias, como aquela que nos informou de que Salvador Sobral e Caetano Veloso vão abrilhantar a final da competição.

Realiza-se a 12 de maio a grande final do maior festival de música do mundo, onde o vencedor da última edição –  o português Salvador Sobral – irá entregar o prémio ao seu sucessor. Mas não será apenas para essa formalidade que o irmão de Luísa Sobral aparecerá em palco. O vencedor da Eurovisão vai proporcionar um momento musical único ao lado de um dos seus ídolos – Caetano Veloso.

Um dos grandes ícones da música brasileira, Veloso havia mostrado grande admiração e respeito por Salvador logo após a vitória deste em Kiev, no ano passado. O músico brasileiro gravou até uma mensagem e partilhou-a nas suas redes sociais, tecendo rasgados elogios ao intérprete de Amar Pelos Dois. A admiração é mútua e sentir-se-á no palco da Eurovisão 2018, onde farão um dueto num dos intervalos da gala.

Por saber ficam as canções que os dois interpretarão em conjunto, mas não está afastada a hipótese de apresentarem uma nova versão da única canção portuguesa que venceu a Eurovisão. 

Caetano Veloso e Salvador Sobral juntam-se às restantes atuações já reveladas que marcam a Grande Final do Festival Eurovisão da Canção 2018, como as fadistas Mariza e Ana Moura, que também atuarão juntas para a Europa, e ainda os Beatbombers, que darão a música de fundo no momento do desfile das bandeiras, e Branko, que fará uma viagem pela música eletrónica global em torno do mundo lusófono, entre Cabo Verde, Angola, Portugal e Brasil.

Foto: RTP

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Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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