Semana Num Minuto – 26 de março a 1 de abril de 2018

Andamos à pressa, trabalhamos demasiado e vivemos a mil. Entretanto, o mundo vive intensamente e a informação sucede-se, mas nós não conseguimos captá-la devidamente. Sente, com razão, que não sabe o que se passa em Portugal e no Mundo? O ARDINAS 24 resolve o problema apresentando, todos os domingos, a Semana Num Minuto.

UE e ONU querem respostas sobre o massacre em Gaza 
Continua o ambiente de grande tensão na Faixa de Gaza. Na sexta-feira, na sequência de uma manifestação realizada por mais de 30 mil palestinianos junto à barreira que separa esse território do de Israel, o exército israelita matou 16 pessoas, um número que o primeiro-ministro do país explica como sendo resultado da necessidade de defesa das fronteiras de Israel. Em oposição, o Presidente da Palestina não aceitou a justificação de Israel e declarou este país o culpado das mortes. Tanto a ONU como a União Europeia já pediram uma investigação independente para apurar o que realmente aconteceu neste ato de protesto.

 

Foto: Wikimedia

Rússia responde ao Ocidente
Depois de, na semana passada, ter sido notícia o ultimato do Ocidente à Rússia, bem como a expulsão de diplomatas russos do solo americano, esta semana assistiu-se à resposta russa. Moscovo expulsou 60 diplomatas americanos que trabalham no país e avisou que vai encerrar também o consulado dos Estados Unidos em São Petersburgo. Os dois lados da barricada estão, agora, com contas certas, enquanto se investiga ainda a morte por envenenamento de um antigo espião russo.

 

Aguça-se a guerra económica entre China e EUA
A China anunciou que vai baixar o IVA às empresas que saíram penalizadas pelo aumento dos impostos levado a cabo pela administração de Donald Trump. A beneficiar desta medida de Pequim irão ficar várias empresas dos setores da tecnologia, dos transportes, da construção e mesmo da agricultura.

 

Comitiva de Lula atingida por tiros
A caravana eleitoral do antigo presidente brasileiro Lula da Silva foi atingida por tiros. Não se registou nenhum ferido, mas foi o suficiente para revestir de ainda mais polémica a candidatura do socialista, envolvido em vários processos de corrupção, nomeadamente o Lava Jato. Nos veículos atingidos seguiam jornalistas e apoiantes, que se dirigiam a Laranjeiras do Sul sem qualquer proteção policial. As eleições presidenciais no Brasil acontecem em outubro.

 

Assassino de Maëlys já tinha morto um militar
Esta semana, Nordahl Lelandais, que assassinou a jovem Maëlys em agosto do ano passado, assumiu que também foi o responsável pela morte de um militar que estava desaparecido desde abril de 2017. Arthur Noyer foi visto a última vez no dia 12 de abril, precisamente a poucos quilómetros do local onde vivia Lelandais.

 

Velejador britânico perdido no Pacífico
O velejador britânico John Fisher caiu ao mar, na segunda-feira, e ficou perdido no Pacífico durante toda a semana. O acidente aconteceu enquanto decorria uma prova da Volvo Ocean Race em que participava a sua equipa, a Sun Hung Kai/Scallywag, de Hong Kong. A forte ondulação e a força do vento impediram um resgate bem sucedido.

Foto de capa: Wikimedia

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 362 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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