Cláudia Pascoal vence Festival da Canção

Terminou há instantes a gala final do Festival da Canção 2018. Cláudia Pascoal venceu o concurso e vai agora representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, na primeira vez que este evento se realiza em Lisboa.

Foi uma noite longa de música e espetáculo. Os portugueses ouviram 14 canções, que foram avaliadas pelo público presente em casa e também por um júri profissional, espalhado pelas várias regiões do país. Foi do somatório dessas avaliações que saiu o resultado final – a vitória de Cláudia Pascoal e da canção “O Jardim”. Este tema obteve 12 pontos do público e 10 pontos do júri, totalizando 22 pontos.

O tema foi composto e escrito por Isaura, que fez parte dos 16 compositores convidados pela RTP a elaborar uma canção para este Festival da Canção, o primeiro da história que selecionou uma canção para se apresentar em solo português no Festival da Eurovisão.

Logo a seguir ficaram os artistas Catarina Miranda e Peu Madureira, que somaram, respetivamente, 22 e 15 pontos.

Foto: Leandro Coelho / ARDINAS 24

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 363 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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