SCI-DOC: Festival Europeu de Documentário Científico regressa a Lisboa

A capital portuguesa vai receber, entre os dias 1 e 4 de março, a segunda edição do SCI-DOC – Festival Europeu de Documentário Científico de Lisboa. O evento terá lugar na Cinemateca Júnior e no Museu da Farmácia.

Todas as atividades e sessões promovidas pelo SCI-DOC são de entrada gratuita, pois trata-se de uma iniciativa levada a cabo com um intuito educativo e de interesse cultural. O Festival engloba a exibição de documentários e uma palestra na cerimónia de entrega de prémios. Todas as categorias do festival são competitivas. Paralelamente, foi desenhado pela Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema um programa especial a partir do seu arquivo.

A programação competitiva está dividida em oito categorias, sendo elas o Ambiente, Ano da Física, Documentário, Investigação Médica, Mulheres na Ciência, Novos Media, Programas de TV Generalistas, TV Drama e Docudrama. Ao todo serão exibidos mais de 40 filmes.

A palestra desta edição será conduzida por Samantha Bradshaw, do Canadian International Council, especialista nas relações entre cidadania, Big Data e propaganda computacional e terá lugar logo após a cerimónia de entrega de Prémios, no dia 4 de março, pelas 20h00 no auditório do Museu da Farmácia.

Fonte: organização Festival Europeu de Documentário Científico de Lisboa

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 281 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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