12 mil celebram primeiro aniversário do MAAT

Um Open Day assinalou o primeiro aniversário do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa, com 12 mil visitas aos edifícios e jardim do campus da Fundação EDP.

Durante o dia de ontem, 5 de outubro, o MAAT e a Central estiveram abertos, com entrada livre e uma programação repleta de atividades – oficinas, visitas guiadas e conversas com artistas – também gratuitas. Ao todo, 12 mil pessoas passaram pela Central e pelo MAAT e tiveram oportunidade de conhecer as sete exposições de ambos os edifícios: ‘Quote/Unquote. Entre Apropriação e Diálogo’, ‘Artists’ Film International’, ‘Shadow Soundings’, de Bill Fontana, ‘Tensão e Conflito. Arte em Vídeo após 2008’, ‘Prémio Novos Artistas Fundação EDP – 12ª Edição’, ‘APQhome-MAAT’ da artista Ana Pérez-Quiroga e Circuito Central Elétrica.

Para Miguel Coutinho, administrador executivo e diretor-geral da Fundação EDP, que gere os dois espaços, “12 mil visitas é um número excecional que confirma a forte relação que o público estabeleceu com o MAAT e que afirma também o espaço da Fundação EDP como uma nova centralidade de cultura e lazer em Lisboa e no País”.

Os espaços estarão abertos todos os dias para os visitantes que desejam conhecer estes dois pontos turísticos cada vez mais importantes junto ao Tejo, em Belém.

Fonte e fotos: Hill and Knowlton Portugal

Sobre Gonçalo Esteves Coelho 281 artigos
Sou um poço de contradições. Não gosto de falar mas sou jornalista. Adoro escrever mas cada vez leio menos. Sou sereno mas não consigo resistir a soltar a minha alegria quando escuto música popular. Não gosto do calor mas adoro o mar português, a sua frescura, o seu sal, as histórias que tem para nos contar. Odeio tomar decisões e, no entanto, sou o CEO deste projeto. Nasci em Lisboa, há 21 anos. O meu coração, vermelho e verde, bate por Portugal e por todos aqueles em cujas veias corre igual amor a este país, à nossa gente, à nossa cultura. Vivo perto de Sintra, esse livro de História a céu aberto, em cujos recantos gosto de me perder. Adoro museus, palácios, castelos e igrejas. Regressei ao Ensino Superior e lancei-me numa nova aventura, sem a qual não conseguiria realizar-me totalmente: o estudo da História. Em pequeno, havia quem me dissesse que iria ser jornalista. Também me diziam que deveria ser professor de História e que tinha tudo para ser um novo José Hermano Saraiva. Se calhar sou muito transparente naquilo de que gosto, ou então essas pessoas conheciam-me muito bem. Acertaram. O que virá depois eu não sei. Escolha que caminho escolher, terei de ser eu próprio. Sempre.

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