Pokémon: Não há duas sem três

Depois de Kanto e Johto, eis que chegamos a Hoenn, a terceira e última região que podemos visitar através dos ecrãs das consolas Game Boy. Desta vez damos um salto e passamos de Game Boy Color para Game Boy Advance, com melhores gráficos e jogos visualmente mais apelativos.

Depois de Pokémon Gold e Pokémon Silver, surgiram, por cá em 2003, Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire, os primeiros títulos referentes à terceira geração da série, lançados para Game Boy Advance.

 

Não há duas sem três

Após o sucesso das duas primeiras gerações de Pokémon, a Game Freak (que desenvolveu os jogos anteriores) depressa criou um novo e melhorado mundo, onde o jogador pode encontrar e explorar novos desafios, conhecer um enredo diferente e mais completo do que o habitual e capturar novos Pokémon.

Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire chegaram à Europa e à América do Norte em 2003, mas foram lançados no Japão no final de 2002, cumprindo a tradição de estrear em terras nipónicas os novos jogos da série. À semelhança do que acontecera com os últimos títulos lançados, as vendas continuaram a decrescer e Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire somaram um total de 16,2 milhões de unidades vendidas, o que equivale a um resultado de quase menos 7 milhões de unidades em comparação a Pokémon Gold e Pokémon Silver. Ainda assim, estes títulos para Game Boy Advance alcançaram uma popularidade razoável, sendo também passados para filmes e para a série Anime de Pokémon.

 

 

 

E não há (mesmo) duas sem três

Não há duas temporadas sem três, nem dois jogos sem três. Se era regra termos três títulos por temporada, nesta terceira geração não houve exceções. Em 2005, cerca de dois anos depois de Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire, chegou ao mercado Pokémon Emerald, que encerrou a região de Hoenn, com novas opções de batalha e uma nova dimensão a explorar além do que nos foi apresentado em Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire.

Pokémon Emerald confirmou a tendência decrescente de vendas dos jogos da saga, ao não passar da casa dos 6 milhões de unidades vendidas. Fechado este título, os RPG de Pokémon para Game Boy haviam terminado e começavam a ser preparados novos mundos e novos Pokémon para a nova consola da Nintendo, a Nintendo DS.

 

 

Terminamos assim e por aqui, em Hoenn, a nossa pequena viagem pelos jogos de Pokémon para Game Boy e Game Boy Advance.

Eu regresso para a semana, até lá: Bons jogos!

Sobre Diogo Ventura 84 artigos
Cedo percebi que o meu caminho passaria pela criatividade e pela imaginação. Comecei com desenhos e rabiscos, passei a pequenas histórias e mais tarde cheguei à publicidade e às peças de humor. Foi também desde cedo que dei por mim a mergulhar no mundo dos videojogos, quase antes de começar a andar - até porque, quando jogava, jogava sentado. Anos mais tarde, licenciei-me em Publicidade e Marketing e trabalho há algum tempo na área do Marketing e da Criatividade Digital. No Ardinas 24, já escrevi e opinei, e sou agora autor da rubrica semanal Bonus Stage, um pequeno espaço sobre videojogos e o mundo do Gaming.

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