Desaffinity: uma banda que nasceu a trabalhar

O modo como se olha para o mundo do trabalho está a mudar consideravelmente. A eficácia e o bom profissionalismo é um requisito cada vez mais importante para se trabalhar numa empresa, mas a maneira como se vive o dia-a-dia lá dentro pode ser diferente daquilo que era há uns anos. 

No caso da Affinity, uma consultora na área das novas tecnologias da informação que atua em Outsourcing, Nearshoring e Mobile, há o hábito de dar aos seus Affinity Players (designação dos colaboradores da empresa) uma motivação extra para o trabalho: durante as pausas estão à vontade para jogar ténis de mesa, uma partida de matrecos ou até mesmo para cantar. O seu crescimento, diz-se na empresa, deve-se à cultura que por lá se vive. O ambiente, para além de se trabalhar a sério, é de descontração e a imagem que passa é a de que as pessoas são felizes no que fazem.

Os Desaffinity são um grupo musical composto por cinco elementos funcionários da empresa: Filipa Vilar, Rodrigo Lima, Pedro Martins, Telmo Silva e Hugo Pereira. A ideia de haver uma banda surgiu na celebração do segundo aniversário, em 2014, através de uma surpresa dos elementos que a constituem, num jantar. 

Hoje, a banda atua somente em festas e jantares da empresa, mas acaba de nos presentear com um videoclip do seu primeiro single, a música “Feliz Natal, pessoal”.

O ARDINAS esteve presente nas gravações e mostra como é que aqui se trabalha, estando também à conversa com o CEO, Carlos Correia, e com mais alguns funcionários.

Imagem: Marco Nunes 

Sobre Jessica de Sousa 107 artigos
Mais tarde direi que com 19 anos tomei a decisão mais perigosa da minha vida. Eu, pessoa que não lida bem com “voos muito altos”, que está sempre de pés assentes na terra, meti-me num avião e vim em busca de algo que não sabia se era capaz de conhecer. Com medo, da Madeira para Lisboa vim sem experiência, sem certezas, sem amigos, sem família. Hoje tenho isso tudo e mais ainda. Tenho sonhos. Já quis a todo o custo seguir medicina. Quis também ser socióloga. Na ânsia de querer melhorar a sociedade, quero ser jornalista. Sou apaixonada pela escrita e pela literatura, pela informação, por histórias, por vidas. Talvez seja esta a maneira mais estranha de ser médica de uma coisa que me fascina: o mundo.

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